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sábado, 19 de novembro de 2011

Medicamento réu confesso PODE!!! Mas Auto-hemoterapia inofensiva e eficaz NÃO PODE!!!

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5467714-EI8142,00-Empresa+diz+que+nova+pilula+anticoagulante+causou+mortes.html
http://amigosdacura.ning.com/forum/topics/medicamento-r-u-confesso-pode-mas-auto-hemoterapia-inofensiva-e?commentId=4269704%3AComment%3A144317&xg_source=activity

Medicamento réu confesso PODE!!! Mas Auto-hemoterapia inofensiva e eficaz NÃO PODE!!!

É tudo muito estranho!

NOTE QUE A AUTO-HEMOTERAPIA QUE SÓ FAZ BEM, não pode (porque ela PODE ter riscos imprevisiveis..e bla bla bla).

AGORA ESSE MEDICAMENTO (RÉU CONFESSO DECLARADO) QUE CAUSOU MORTES, PODE!

----------------------------Empresa diz que nova pílula anticoagulante causou 260 mortes
12 de novembro de 2011 • 14h06 • atualizado às 15h03

A empresa Boehringer Ingelheim afirmou que até agora 260 casos de hemorragias fatais estão ligados a sua nova pílula anticoagulante Pradaxa, acrescentando que o risco de morte ainda está abaixo da taxa observada nos testes clínicos que levaram à aprovação do medicamento. No começo de novembro, a fabricante alemã afirmara que 50 mortes relatadas seria uma "ordem razoável de magnitude".

A empresa confirmou neste sábado, em comunicado, um número mundial de mortes mais de cinco vezes maior do que o anterior, inicialmente informado pelas revistas Der Spiegel e Die Zeit. Como outros tratamentos anticoagulantes, o benefício do Pradaxa de diminuir o risco de derrames fatais ou debilitantes também traz a possibilidade de causar hemorragias internas, algo que também custa vidas.

A Boehringer também afirmou que houve menos casos de efeitos colaterais fatais ligados ao Pradaxa do que eram esperados se os pacientes estivessem sendo tratados com o medicamento convencional, a varfarina, que a Boehringer tenta substituir. A varfarina é usada há décadas, mas é difícil de se lidar, porque interage com alguns vegetais e requer frequentes exames sanguíneos.

O Pradaxa, o primeiro de uma promissora classe de novos medicamentos para combater esses empecilhos, foi criado para evitar derrames em pacientes que possuem fibrilação atrial, um batimento cardíaco irregular comum em pessoas mais idosas. A Boehringer afirmou em seu comunicado que o risco de hemorragias fatais ligadas à varfarina é mais de 40% maior do que em relação ao Pradaxa, citando números do estudo RE-LY, que levou à aprovação da nova pílula.

Ainda assim, órgãos reguladores da saúde elevaram sua vistoria sobre o remédio. No mês passado, órgãos europeus afirmaram que pacientes que estavam por tomar Pradaxa deveriam ter seus rins examinados, e japoneses pediram em agosto que a Boehringer emitisse um relevante alerta a médicos sobre as potenciais hemorragias que podem ocorrer com o uso do medicamento.

LINK - http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5467714-EI8142,00-.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aloe vera, a nova vítima da Anvisa

http://amigosdacura.ning.com/forum/topics/aloe-vera-a-nova-v-tima-da-anvisa?xg_source=activity


Aloe vera, a nova vítima da Anvisa
--- Walter Medeiros* – waltermedeiros@superabo.com.br
Durante anos seguidos as autoridades de saúde brasileiras permitiram a importação, a fabricação, a distribuição e a comercialização, em todo território nacional, de alimentos e bebidas à base de Aloe Vera. Como se sabe, o que não é proibido subentende-se como permitido. Desta forma, as pessoas que atuam nesse setor consideravam-se autorizadas e cumpridoras das suas obrigações. Repentinamente, no dia 14 de novembro de 2011, todos são surpreendidos com a publicação, no Diário Oficial da União, da RESOLUÇÃO - RE N 5.052, de 10 de novembro de 2011, através da qual a Diretora da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA informa que resolveu “Proibir a importação, a fabricação, a distribuição e a comercialização, em todo território nacional, de alimentos e bebidas à base de Aloe Vera, por não haver comprovação da segurança de uso e nem registro junto à Anvisa/MS.”. No mesmo ato é dito que a Resolução “não abrange a utilização de Aloe Vera como aromatizante de alimentos e bebidas”.
Os primeiros comentários que recebemos a respeito do assunto, observavam que a decisão guarda semelhanças com a proibição do uso da Auto-hemoterapia no Brasil, que vinha sendo utilizada e, portanto, permitida, havia décadas, e subitamente, de forma autoritária e sem explicações convincentes, foi proibida em 13 de abril de 2007. Em seguida, vemos a repercussão no site Plantas que Curam, onde a leitura identificada como Sirlene exclama que é “inacreditável”, lembrando que “O cigarro e a bebida alcoólica, que causam milhares de mortes todo dia no Brasil, são permitidos”, enquanto “Uma planta medicinal conhecida e usada por quase mil anos - que se têm registros escritos - é proibida”. Como vem se tornando praxe na Anvisa as decisões mal explicadas e sem bases e justificações claras – o que gera dúvidas sobre o cumprimento do real papel daquela agência - trata-se de mais uma medida que vai dar muito o que falar.
Estas decisões da Anvisa, que já são notórias no âmbito da auto-hemoterapia, do bronzeamento artificial e agora de aloe vera, são tomadas de forma traiçoeira, sem aviso, sem discussão, sem direito de defesa e de forma desastrosa, pelas conseqüências que causam, deixando de lado qualquer princípio razoável de Direito Administrativo. O próprio Ministério Público Brasileiro, que lida até com crimes, tem dado exemplo de pacificação social, ao promover ajustes de conduta através dos quais as pessoas físicas ou jurídicas que estejam incorrendo em erro podem promover a correção de rumo e resgatar seus plenos direitos. Coisa parecida poderia ser feita no âmbito das agências reguladoras. Para não deixar de lado os interessados, entre eles milhões de cidadãos que gostariam de ver a coisa pública ser tratada com transparência.
*Jornalista