sábado, 10 de setembro de 2011

A diferença



De: Fatima Santanna <fa-santanna@hotmail.com>
Para:
Enviadas: Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011 18:53
Assunto: a diferença..... graças a Deus 

  • graças a Deus td bem sim
  • dx te falar uma coisa...
  • faço hemoterapia desde 14.09.2010...


Oi Diva...

Acho que por essas fotos, dá pra vc ver a diferença entre 11 meses atráz...

bjos



 Bjoss...Fátima........ 
Essa é a diferença depois do uso da autohemoterapia pela Maria de Fatima Santana

  • graças a Deus td bem sim
  • deixa te falar uma coisa...
  • faço hemoterapia desde 14.09.2010...

    • tenho linfaedema... médicos já me disseram que não tem cura... só tratamento constante
    • mas desde a semana passada, tipo sexta feira, estou notando um desinchasso em minhas pernas..
    • não me canso de alisá-las (pode parecer bobeira)...rsrs


    • mas fico alisando e agradecendo a Deus por isso estar acontecendo. Hj mesmo a enfermeira veio fazer a aplicação pra mim, e logo na entrada ela notou a diferença...ela apertava e dizia "kd o inchasso daqui, daqui tb.,.."
    • acho q caiu aqui

  • 24 de agosto
    Divagomessa Gomes Sa
    • Essa doença incha muito?


      • muito...
      • eu gostaria de postar uma foto para que pessoas pudessem ver o resultado...onde posso ver isso?



2 Arquivos anexados|8.1MB

A ATIVAÇÃO DA RESPOSTA IMUNOLÓGICA PELA AUTO-HEMOTERAPIA

http://energiavitalprevinecancer.blogspot.com/2010/10/ativacao-da-resposta-imunologica-pela.html


A ATIVAÇÃO DA RESPOSTA IMUNOLÓGICA PELA AUTO-HEMOTERAPIA

AUTO – HEMOTERAPIA
Auto-cura pela estimulação do Sistema Imunológico


O Sistema Imunológico é o sistema de defesa do organismo que tem como função primária discriminar entre o que é próprio do indivíduo e o que é “não-próprio” (que não faz parte do organismo) e, a partir daí, eliminar o último. Sua atuação mais consistente acontece através das células Linfócitos T. Uma das funções destas importantes células é reconhecer o que é e o que não é do organismo desencadeando a resposta imunológica.
A partir da entrada de estímulos estranhos ao corpo, a resposta imunológica acontece, visando a defesa do ser, em dois diferentes níveis:
. Imunidade Inata – presente desde o nascimento, inclui vários elementos inespecíficos. As superfícies corporais (pele e mucosas) são as primeiras linhas de defesa contra entrada de microrganismos. Quando isto ocorre, os invasores encontram outros elementos do sistema imune inato que defendem o organismo contra bactérias e vírus, por exemplo.
. Imunidade Adquirida - se as defesas do Sistema Imune falham em evitar a infecção (ou deter completamente a disseminação dos invasores) a resposta adaptativa se desenvolve.
Características da resposta adquirida a diferenciam da inata. A adquirida possui especificidade acentuada para o agente agressor, além de possuir uma memória (a intensificação da resposta após encontros freqüentes com o mesmo agressor ou outro relacionado).
A ATIVAÇÃO DA RESPOSTA IMUNOLÓGICA – Portanto, quanto mais forte e ativo estiver o Sistema Imunológico, melhor estarão as defesas da pessoa e muito menores os riscos de se contrair qualquer doença. Inúmeras pesquisas comprovam que uma tradicional terapia possuía a capacidade de ativar significativamente o Sistema Imunológico, a Auto-Hemoterapia. Ela é um recurso terapêutico muito simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar diretamente no músculo, estimulando o Sistema Retículo-Endotelial. Isto provoca a quadruplicação dos macrófagos (células do Sistema Imunológico) em todo organismo, onde irá potencializar a capacidade de resposta imunológica adquirida.
COMO ACONTECE – O sangue desencadeia uma reação de rejeição pelo organismo estimulando a formação das células do Sistema Imunológico. Esta exacerbação das defesas (quadruplicação dos macrófagos) dura entre cinco a sete dias, após os quais o número destas células retorna aos índices normais. Neste período, as respostas do organismo contra estados patológicos são muito fortes, conseguindo curas e significativos abrandamentos de sintomas. É uma terapêutica com excelentes resultados nas doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes (lúpus, artrite reumatóide, etc.), e contra corpos estranhos, como cistos ovarianos, miomas, etc., além de prevenir infecções pós-operatórias.
Esta tradicional e “esquecida” técnica da medicina foi pesquisada e desenvolvida pelo conceituado médico Luiz Moura (relatos de sua experiência estão registrados na impressionante fita de vídeo “Energia da Vida” e “Auto-hemoterapia para a saúde”). Há grande bibliografia sobre o assunto, como a pesquisa publicada pelo Dr. Jésse Teixeira (um dos mais renomados médicos brasileiros de todos os tempos) publicada e premiada em 1940 na Revista “Brasil - Cirúrgico” (tenho cópia disponível ). Há diversos outros relatos de diferentes profissionais da saúde sobre os resultados desta simples e prodigiosa terapêutica. (Na Internet também é possível se encontrar muito material. Pesquisar “Auto-Hemoterapia”).
A simplicidade e efetividade desta terapêutica a colocam num lugar de destaque no arsenal de recursos que podemos utilizar contra inumeráveis doenças e também como importante agente de prevenção contra situações de risco (internações e cirurgias, por exemplo).
Desenvolvo desde 1994 o trabalho com a Auto-Hemoterapia e estou à disposição para oferecer maiores informações ou ajuda terapêutica.

IDA ZASLAVSKY
Enfermeira (COREN-SC 47446)
Massoterapeuta Bioenergética
Auto-hemoterapeuta

sábado, 27 de agosto de 2011

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NÃO QUER CURAR PESSOAS, DIZ GANHADOR PRÊMIO NOBEL

http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/industria-farmaceutica-nao-quer-curar-pessoas-diz-ganhador.asp


INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NÃO QUER CURAR PESSOAS, DIZ GANHADOR PRÊMIO NOBEL 

Rio - O prêmio Nobel de Química 2009, o americano Thomas Steitz, denunciou nesta sexta-feira o fato de que os laboratórios farmacêuticos não pesquisam antibióticos efetivos e acrescentou que "não querem que o povo se cure". 

"Preferem centrar o negócio em remédios que deverão ser tomados durante toda a vida", afirmou Steitz, que opina que "muitas das grandes farmacêuticas fecharam suas pesquisas sobre antibióticos porque estes curam as pessoas. Pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes da Universidade americano de Yale, Steitz assiste em Madri ao Congresso Internacional de Cristalografia (estudo da estrutura ordenada dos átomos nos cristais da natureza). 

No caso da tuberculose, Steitz analisou o funcionamento que deveria seguir um novo antibiótico para combater cepas resistentes à doença que surgem, sobretudo, no sul da África. O cientista comentou em entrevista coletiva que o desenvolvimento deste remédio exige um grande investimento e a colaboração de um laboratório farmacêutico para avançar na pesquisa. 

"É muito difícil encontrar um que queira trabalhar conosco, porque para estas empresas vender antibióticos em países como a África do Sul não gera dinheiro e preferem investir em remédios para toda a vida". Por enquanto, segundo Steitz, estes novos antibióticos são "só um sonho, uma esperança, até que alguém esteja disposto a financiar o trabalho". 

Steitz e os espanhóis Enrique Gutiérrez-Puebla e Martín M. Ripoll, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), pediram nesta sexta-feira aos países para que invistam mais em ciência. Os cientistas acreditam que a resistência das bactérias aos antibióticos será necessária continuar pesquisando "indefinidamente".  
Deu hoje no jornal O Dia... 
Olivares Rocha 
46 anos 
- RJ

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Agua fria e seu coração


----- Mensagem encaminhada -----
De: Jamilla Jeronimo da Costa <jamillacosta@msn.com>
Para: Aldo Jeronimo Da Costa <aldojeronimodacosta@yahoo.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011 15:39
Assunto: Água fria e o seu coraeção


 
Água fria e o seu coração
 
 
 
 


Este é um artigo muito bom. Não só sobre a água quente após a sua refeição, mas acerca de ataques cardíacos.


Os chineses e os japoneses bebem chá quente com as refeições, não água fria, talvez seja hora de mudar seus hábitos de consumo.


Para aqueles que gostam de beber água fria, este artigo é aplicável a você. É bom ter um copo de bebida quente após a refeição.

A água fria solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão. Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida pelo intestino mais depressa do que o alimento sólido. Será o intestino. Muito em breve, isso vai se transformar em gordura e levar ao câncer. É melhor tomar uma sopa quente ou água quente após cada refeição.


Sintomas comuns de ataque cardíaco grave
Uma nota sobre os ataques cardíacos - Você deve saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser dor no braço esquerdo. Esteja ciente de dor intensa no queixo. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito no decurso de um ataque cardíaco.


Náuseas e sudorese intensa são sintomas muito comuns. 60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar-te de um sono profundo. Vamos ser cuidadosos e estar atentos. Quanto mais se sabe, melhor a chance de sobreviver.


Um cardiologista diz que se todos os que lerem esta mensagem enviarem para 10 pessoas, você pode ter certeza que vão salvar pelo menos uma vida. Seja um verdadeiro amigo e envie este artigo para todos os seus amigos que você gosta.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Fármacos e envelhecimento

http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/f-rmacos-e-envelhecimento

 



Uma vez que as pessoas com mais idade são mais propensas a sofrer de doenças crónicas, elas tomam maior quantidade de remédios que os jovens. Uma pessoa em idade avançada toma, em média, quatro ou cinco fármacos com prescrição médica e dois sem receita. Estas pessoas são duas vezes mais propensas a reacções adversas ao fármaco, em comparação com os jovens.(Ver secção 2, capítulo 10 ) Além disso, as reacções tendem a ser bastante mais graves.
À medida que se envelhece diminui a quantidade de água do organismo. Os fármacos alcançam concentrações mais elevadas nas pessoas com mais idade. Muitos medicamentos, uma vez no corpo, dissolvem-se nos líquidos do organismo, mas nestas pessoas existe menos água para os diluir. Além disso os rins são menos eficazes na excreção de fármacos pela urina e o fígado tem menos capacidade para metabolizá-los.
Por essa razão, muitos fármacos permanecem mais tempo no organismo de um idoso do que no de um jovem. Como resultado, os médicos devem prescrever doses menores de muitos medicamentos às pessoas com mais idade ou inclusive um número reduzido de doses diárias. Além disso, o organismo destas pessoas é mais sensível aos efeitos de muitos fármacos. Por exemplo, podem sentir sonolência ou confusão se lhe forem administrados ansiolíticos ou hipnóticos. Os fármacos que reduzem a tensão arterial, dilatando as artérias e diminuindo o stresscardíaco, tendem a diminuir mais a pressão arterial nas pessoas mais idosas que nos jovens. O cérebro, os olhos, o coração, os vasos sanguíneos, a bexiga e os intestinos tornam-se mais sensíveis aos efeitos secundários anticolinérgicos de alguns dos fármacos mais utilizados. Os fármacos com efeitos anticolinérgicos bloqueiam a acção de uma parte do sistema nervoso, o denominado sistema nervoso colinérgico.
Alguns fármacos tendem a provocar reacções adversas, sendo estas frequentes e intensas nas pessoas de idade avançada.
Por isso, devem evitar-se determinados fármacos, uma vez que na maioria dos casos estão disponíveis alternativas mais seguras. Existem alguns riscos se não se seguem as indicações do médico em relação a um fármaco. No entanto, a falta de cumprimento das indicações do médico entre as pessoas mais velhas não é mais frequente que entre os jovens. (Ver secção 2, capítulo 11 ).
Não tomar um fármaco ou tomar mais ou menos doses que as indicadas pode causar problemas.
Por exemplo, podem aparecer os sintomas de uma doença, ou então o médico pode alterar o tratamento, pensando que o fármaco não foi eficaz.
Se uma pessoa mais velha não deseja seguir as indicações do médico, deve comentar isso e não agir por sua conta.



Fármacos que comportam maiores riscos nas pessoas de idade avançada
Analgésicos
propoxifeno não alivia a dor mais que o paracetamol e tem efeitos secundários sedativos. Pode causar obstipação, sonolência, confusão e em muitas ocasiões respiração lenta. Pode causar adição como outros narcóticos (opiáceos).
Entre todos os anti-inflamatórios não esteróides a indometacina é a substância que mais afecta o cérebro. Às vezes causa confusão ou vertigens.
meperidina injectada actua como um analgésico muito potente; no entanto, não é muito eficaz sobre a dor por via oral e, muitas vezes, causa confusão.
pentazocina é um analgésico narcótico que tem mais possibilidades de causar confusão e alucinações que outros fármacos do mesmo tipo.
Anticoagulantes
O dipiridamol pode causar leves enjoos nas pessoas com mais idade quanto estas estão de pé (hipotensão ortostática). Geralmente são poucas as vantagens que oferece em relação à aspirina na prevenção da formação de coágulos.
Geralmente, a ticlopidina não é mais eficaz que a aspirina para a prevenção de embolias e é consideravelmente mais tóxica. Pode ser útil em doentes que não podem tomar aspirina.
Antiulcerosos
As doses correntes de alguns bloqueadores da histamina podem causar reacções adversas, especialmente confusão. Importa destacar a cimetidina, mas também em menor grau a ranitidina, a nizatidina e a famotidina.
Antidepressivos
Devido às duas potentes propriedades anticolinérgicas e sedativas, a amitriptilina, em geral, não é o melhor antidepressivo para as pessoas com mais idade.
doxepina também é um anticoligérnico potente.
Antináuseas (antieméticos)
trimetobenzamida é um dos fármacos menos eficazes para as náuseas e pode causar efeitos adversos, incluindo movimentos anormais dos braços, das pernas e do corpo.
Anti-histamínicos
Todos os anti-histamínicos de venda sem receita, e muitos dos que se administram com prescrição médica, têm efeitos anticolinérgicos poderosos. Entre eles figuram remédios combinados para a constipação como os fármacos clorfeniramina, difenidramina, hidroxizina, ciproheptadina, prometazina, tripelenamina, dexclorfeniramina. Embora, às vezes, sejam úteis para as reacções alérgicas e as alergias sazonais, em geral os anti-histamínicos não o são quando o nariz goteja e quando existem outros sintomas de infecção viral. Quando for necessário administrar anti-histamínicos, são preferíveis os que não tenham efeitos anticoligérnicos (terfenadina, loratadina e astemizol). Para as pessoas mais velhas são mais seguros, de modo geral, os remédios para a tosse e para o resfriado que não contenham anti-histamínicos.
Anti-hipertensivos
metildopa, só ou em combinação com outros fármacos, pode diminuir o ritmo cardíaco e piorar a depressão. A administração de reserpina é perigosa porque pode provocar depressão, impotência, sedação e vertigem quando se está de pé.
Antipsicóticos
Embora os antipsicóticos como a clorpromazina, o haloperidol, a tioridacina e otiotixena sejam eficazes no tratamento dos estados psicóticos, não se estabeleceu a sua eficácia no tratamento das perturbações do comportamento associadas à demência (como a agitação, o delírio, a repetição de perguntas, o lançar coisas e dar pancadas). Muitas vezes estes fármacos são tóxicos, produzindo sedação, movimentos anormais e efeitos secundários anticoligérnicos.
As pessoas mais velhas, em caso de necessidade absoluta, devem utilizar antipsicóticos somente em doses baixas. O tratamento deve ser controlado com frequência e interrompido o mais cedo possível.
Antiespasmódicos gastrointestinais
Os antiespasmódicos gastrointestinais como a diciclomina, a hiosciamina, apropantelina, os alcalóides da beladona e o clidinio-clordiazepóxido são usados para tratar cãibras e dores de estômago. São altamente anticolinérgicos e a sua utilidade é duvidosa, em particular em doses baixas toleradas pelas pessoas mais velhas.
Antidiabéticos (hipoglicemiantes)
clorpropamida tem efeitos de acção prolongada, que são exagerados nas pessoas mais velhas e podem diminuir os valores do açúcar no sangue (hipoglicemia) durante um longo período. Dado que a clorpropamida causa retenção de líquidos, pode também diminuir a concentração de sódio no sangue.
Suplementos de ferro
Uma dose de sulfato ferroso que exceda os 325 miligramas diários não melhora a absorção de ferro de forma considerável e pode provavelmente causar obstipação.
Relaxantes musculares e antiespasmódicos
A maioria dos relaxantes musculares e antiespamódicos como o metacarbamol,ocarisoprodol, a oxibutinina, a clorozoxazona, a metaxalona e aciclobenzaprina têm efeitos secundários de tipo anticolinérgico e produzem sedação e perda de forças. É duvidosa a utilidade que possam ter todos os relaxantes musculares e antiespasmódicos quando administrados nas doses baixas toleradas pelas pessoas mais velhas.
Sedativos, ansiolíticos e hipnóticos
meprobamato não oferece mais vantagens que as benzodiazepinas e, pelo contrário, comporta muitas desvantagens.
As benzodiazepinas utilizadas para tratar a ansiedade e a insónia (clordiazepóxido, diazepam e flurazepam) têm efeitos de duração muito longa nas pessoas mais velhas (muitas vezes, mais de 96 horas).
Estes fármacos, sós ou em combinação com outros, podem causar sonolência prolongada e aumentar os riscos de queda e de fracturas.
difenidramina, um anti-histamínico, é o princípio activo de muitos sedativos de venda livre (sem receita médica). No entanto, a difenidramina tem efeitos anticolinérgicos poderosos.
Os barbitúricos como o secobarbital e o fenobarbital causam mais efeitos secundários que outros fármacos utilizados para tratar a ansiedade e a insónia. Também têm interacções com muitos outros fármacos. As pessoas mais velhas devem, em geral, evitar os barbitúricos, excepto para o tratamento de perturbações de tipo convulsivo.


Anticolinérgicos
A acetilcolina é um dos muitos neurotransmissores do organismo. Um neurotransmissor é uma substância química que as células nervosas usam para a comunicação entre si mesmas, com os músculos e com várias glândulas.
Diz-se que os fármacos que impedem a acção do neurotransmissor acetilcolina têm efeitos anticolinérgicos. A maior parte destes fármacos não são concebidos para bloquear a acetilcolina; os seus efeitos anticolnérgicos são efeitos secundários.
As pessoas de idade avançada são particularmente sensíveis aos fármacos com efeitos anticolinérgicos porque a quantidade de acetilcolina do organismo diminui com a idade e porque o seu organismo tem menor capacidade para utilizar a própria.
Os fármacos que têm efeitos anticolinérgicos podem causar confusão, visão enevoada, obstipação, boca seca, enjoos e dificuldade na micção ou incontinência urinária.
http://depressaoepoesia.ning.com/group/saibamaissobreasdoenaseasade

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Se uma pessoa lhe perguntasse se o seu problema é espiritual ou orgânico, qual seria a sua resposta?

http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/se-uma-pessoa-lhe-perguntasse-se-o-seu-problema-espiritual-ou-org?xg_source=activity


Se uma pessoa lhe perguntasse se o seu problema é espiritual ou orgânico, qual seria a sua resposta?

Mas a glândula pineal não se calcifica depois dos 10 anos de idade?
De fato, ocorre o processo bio-mineral da glândula e ela se calcifica. Em minha tese de doutorado da USP, investiguei os cristais da glândula pineal mediante a difração dos raios X.

Eu usei também a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Tive a oportunidade de observar nos cristais uma micro circulação sangüínea que os mantinha metabolicamente ativos e vivos.

Acredito que seja estruturas diamagnéticas que repelem ligeiramente o campo magnético, cujas ondas se deixam ser ricocheteadas de um cristal a outro. Isso é como um seqüestro dos campos magnéticos pela glândula. Quanto mais cristais uma pessoa tem, mais possibilidades terão de captar as ondas eletromagnéticas.

Se um paciente lhe perguntasse se o seu problema é espiritual ou orgânico, qual seria a sua resposta?
Não existe uma coisa separada da outra. Eu parto da hipótese de que a pessoa é um espírito. Por isso a influência espiritual tem repercussão biológica e os comportamentos psico-orgânicos têm influência sobre o espírito.

E no caso de a pessoa não conseguir essa transcendência?
Nesse caso as ondas magnéticas vão influir diretamente sobre as áreas do hipotálamo e as estruturas ao seu redor, sem passar pelo juízo crítico do lóbulo frontal e sem receber seu comando. Conseqüentemente a pessoa perde o controle do comportamento psicobiológico e orgânico. É o que acontece em muitos casos de obesidade, quando a pessoa come sem fome ou nos casos de dificuldades nas relações sexuais.

Se o efeito se produz na área da agressividade, haverá talvez um aumento da auto-agressividade (desencadeando depressão e fobia) ou da hetero-agressividade (com violência contra outras pessoas). Se o sistema reticular ascendente é ativado (esse sistema é responsavel pelos estados de sono e vigília) podem ocorrer distúrbios nessa área. Nos casos citados ocorrem sintomas sem desenvolvimento da mediunidade, com alterações hormonais, psiquiátricas ou orgânicas. Se não há o controle do lóbulo frontal, as áreas mais primitivas predominam. A pessoa não usa a capacidade de transcendência. Essas são hipóteses que acumulei durante as investigações e nos casos clínicos.

Glândula Pineal e a espiritualidade.